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ela tinha medo medo de não conseguir de não ser o suficiente como se a pena não fosse justa depois de muita luta se libertou disse adeus ao seus medos e encarou seus demônios assim, cara-a-cara se perdeu se encontrou até mesmo conheceu outra de si e mesmo com receio se enfrentou

o calor

sou movido ao calor do Sol. relevo o suor,  relevo a pele grudando na pele relevo a impaciência alheia, porque é o que eu mais quero me sentir vivo!

sentidos

No olhos brilho Na pele cheiro No toque arrepio Nas palavras flama No coração Ahh, no coração...

voa, vai, voa!

Meu corpo é uma borboleta Que acaba sua metamorfose E voa Voa alto Em busca do tudo e do nada Voa rápido Voa na velocidade da luz Desbrava o desconhecido E se liberta desse casulo Observando do alto o que já não é O que não foi E o que nunca vai ser E se despede Apenas voa Livre.